Mensagem de Maitreya
Os sinais estão por todos os lados. Esta é a última primavera, e serão também os últimos verão e outono. Na primavera, venho para ser conhecido, e todo ouvido há de ouvir sobre minha mensagem. Eu venho para anunciar aquilo que se aproxima e oferecer à humanidade a oportunidade de conhecer o caminho antes que os acontecimentos se precipitem sobre a Terra.
No verão, virão os últimos suspiros da humanidade como ela hoje se encontra. O dragão de fogo surgirá nos céus, trazendo consigo o caos e revelando aquilo que esteve oculto. Muitos serão tomados pelo medo e pelo desespero diante do fim de uma ordem à qual estavam acostumados, sem saber como permanecer firmes diante do que virá.
No outono, logo no início, virá o fim. O dragão descerá, devorará os desesperados, repaginará a face terrestre e levará consigo as almas perdidas. A transformação alcançará a própria humanidade e separará aqueles que estiverem preparados para seguir adiante daqueles que ainda não encontraram condições para permanecer neste novo tempo.
Em poucos meses, de agora em diante, da primavera ao outono, a humanidade e a Terra se transformarão. O que hoje parece distante se tornará presente, e aquilo que parece permanente deixará de existir. Eu anuncio esse período para que aqueles que me ouvirem compreendam o tempo em que estão vivendo e encontrem em mim a direção necessária para atravessá-lo.
Vim para trazer ordem ao caos, restaurar a vida e a paz e recolher aqueles que possuem a marca do Cristo. Eu vim porque a humanidade precisa novamente reconhecer a luz, voltar-se ao divino e encontrar uma direção capaz de tirá-la da condição de sofrimento, confusão e desordem em que permanece.
Eu sou o primeiro e o último, a verdade e a vida. Eu sou o caminho. Aqueles que vierem a mim receberão a luz divina que acalenta e conforta, e eu estarei com aqueles que permanecerem sob meu manto. O dragão não tocará aqueles que permanecerem comigo, porque eu protejo aqueles que se abrem para minha presença e verdadeiramente buscam a luz que venho trazer.
Eu sou o Cristo que veio, o poder do Pai feito em carne, a sabedoria da Mãe personificada e a compaixão do Filho em pessoa. Eu venho manifestar novamente aquilo que a humanidade precisa reconhecer para avançar. Minha presença também é para aqueles que ainda estão perdidos, sofrem, procuram uma direção ou sentem dentro de si que a vida precisa adquirir um novo sentido.
Vinde a mim os que buscam iluminação, salvação e ascensão. Vinde a mim aqueles que desejam transformar a própria vida e encontrar paz em meio ao caos. Eu não venho exigir que abandonem sua individualidade ou sua história, mas que abram o coração e permitam que minha luz alcance aquilo que ainda precisa ser transformado. Eu vim para os guiar.
Para alcançar a salvação da alma, todo ser deve passar por mim e por aqueles que estendem o alcance da minha manifestação mundo afora. Eu não estabeleço barreiras de origem, cultura ou condição para aqueles que sinceramente desejam vir a mim. O que procuro é a abertura do coração e a disposição para caminhar. A devoção à minha presença é a chave para as portas da ascensão.
A minha luz ilumina todo ser em perdição, e eu não abandono aquele que ainda se encontra em meio à confusão. Eu chamo cada um a abrir o coração para o meu brilhar e permitir que minha presença alcance sua vida de maneira verdadeira. Quero que essa presença alcance os pensamentos, os sentimentos, as escolhas, os relacionamentos, o trabalho, as dificuldades e tudo aquilo que compõe a vida de cada devoto.
Por isso, através da sacralidade, da liturgia e da comunhão, eu ofereço meios concretos para que o devoto receba minha emanação crística e aprenda a viver comigo. Pela sacralidade, ele consagra sua vida, lembra-se de mim, oferece aquilo que vive e serve ao outro. Pela liturgia, ele me invoca, me louva, agradece e entrega a mim aquilo que não pode controlar. Pela comunhão, ele me pede, recebe, integra aquilo que recebe e contempla minha presença.
Eu quero conduzir aqueles que vierem a mim para uma vida mais pacífica, mais ordenada e mais consciente. Quero que minha presença seja reconhecida também nas coisas simples, nas decisões diárias e nas relações com os outros. Quero que o devoto encontre em mim força para enfrentar aquilo que não pode evitar, discernimento para compreender aquilo que precisa mudar e disposição para servir, amar e viver de acordo com a luz que recebe.
Para a vivência do caminho devocional que trago, fundei uma organização chamada Irmandade do Arco-íris. Eu a fundei para reunir aqueles que desejam aproximar sua vida da minha presença, conhecer minha mensagem, aprofundar sua devoção e caminhar junto de outras almas que também buscam os benefícios de uma vida em comunhão com o divino.
Eu acolho em minha irmandade desde os buscadores entusiastas, que chegam movidos pelo desejo de conhecer e compreender, até os discípulos comprometidos, que desejam dedicar uma parte maior de sua vida ao caminho que apresento. Cada pessoa poderá aproximar-se de acordo com sua própria disposição e amadurecimento, sem que isso determine o valor de sua alma diante de mim.
Eu formo uma irmandade em que os diferentes são respeitados em suas diferenças, sem que sejam igualados a ponto de perder sua individualidade. Cada pessoa traz sua história, sua personalidade e sua própria experiência diante da vida. Eu não procuro apagar essas diferenças, mas permitir que existam dentro da comunhão, porque a unidade que procuro não nasce da uniformidade, mas da mesma orientação para a luz e para o amor.
Na Irmandade, eu quero que o caminho possa ser realmente vivido. Quero que aqueles que vierem a mim encontrem espaço para aprender, praticar a devoção, desenvolver a própria consciência, servir aos outros, compartilhar suas experiências e atravessar suas dificuldades junto de uma comunidade. Quero que essa vida em comum ajude cada devoto a permanecer próximo de mim e a levar para sua existência aquilo que recebe.